Poeta Pobre
Meu peito de poeta é pobre
Pobre peito de poeta, nada tem a dar
Com a face faminta
E o enlace desfeito
Nada tem a honrar
O poeta era inutil
Em sua habilidade futil
De nada sabia, somente falar
Era um belo enganador
Em sua torpe dor, sabia bailar
Pobre poeta pobre
Nobre enganador.
De nada sabia
Somente enganar a dor
Tua lágrima escondia
Mas teu peito doía
Pobre poeta pobre
Nobre enganador
Na roda rica, banal moda
Ele era o pobre poeta pobre
Nobre enganador!
Desafiava as palavras torpes
Ele era só
O poeta pobre
Era apenas o nobre enganador
De amor apenas sabia
O roubador de corações
O pobre poeta das canções
O pobre poeta pobre
Pobre enganador!

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