
À FLOR DA PELE
Faço amor como quem faz poesia...
As vezes como quem lê um verso triste.
N'outras como quem morre de sede.
Faço amor como quem lê Vinicius de Moraes
No seio daquela donzela aprendi a poetar...
O peito dela se abria, enquanto meu lábio sorria
Extasiado por deleitar no teu ventre de mulher
Eu me chamo Chico de Moraes.
Mas me chamam de Maria Regina.
Eles me bateram eu ainda era Toquinho.
Cresci meio Neruda
Em meio a discos quebrados,
Eu ouvia a voz de Billy
Só que ninguém me entendeu
E nem ousaram compreender
Foi me rasgando retirando as impurezas;
Que hoje sou assim, incompreendido!
Eu tentei gritar!!!
Mas teu seio em minha boca impedia!
Tentei explicar que aquilo era pra ser contado entre melodia!
Chamaram-me impuro, outros, vagabundo!
Mas eu, eu sofria...
Nem poetar eu podia...
Embriagado, sujo e pobre, eu ia, ia seguindo os passos daquela moça.
Que esbanjava soberania.
Jesebel!
Meu amor não queria!
Apenas pedia, implorava que eu lhe fizesse amor!
Amor como quem faz poesia!
Débora Santos/ Taís Santana

É linda a poesia de vcs...amei....parabéns as duas!!!! E Debora ta fikando lindo seu blog!!!
ResponderExcluirPARABÉNS AMIGA!
ResponderExcluirSEI QUE TUDO ISSO SERÁ O INICIO
DE LINDAS POESIAS,
PENSAMENTOS QUE VOARAM,
E ESTARAM AQUI.
BJO AMIGA
My God!!! nao sei quaal é o mais lindo amei esse poema depois quero falar com vc sobre ele!!!!
ResponderExcluirFaço amor como quem faz poesia...
ResponderExcluirfez poesia como quem faz amor, um amor divino.
intenso e sublime, parabéns.