Lembranças de amar
O que te direi dos amores que tive
Se nada se compara a loucura e maresia que vivi contigo
O que te direi de saudades
Se ao pensar em ti
Suavemente toma-me a alma
Uma flama deslumbrante de bel-prazer
Se me corta o peito a desfiá-lo em sangue
Quando sinto o teu cheiro
Que me é trazido por um vento garoto
Ao remate de fazer-me lembrar-te
Lembrar de ti, doce amado.
O que jamais poderia esquecer
O que direi do meu passado
Percebo que caíram em esquecimento
Desde o sublime momento
Em que pude te ver
Perdoa-me por este amor sem beira
Por amar-te assim em um instante
O que em uma vida inteira
Nunca por outro pude sentir
Por amá-lo todo, de uma só vez.
Por amar teus deslizes, teus defeitos.
Então o que te direi dos amores que tive?
Debora Santos
boa noite, solidão!
Boa noite, solidão!
Já me aguardavas no meu leito
Para acompanhar-me na noite?
Do que devemos falar,
De devaneios, sonhos, ou paixão?
Boa noite, solidão!
Amiga incerta e vã...
Acaricia-me as lágrimas e se deleita em meu divã.
Queres desabafar, rir, chorar,
Aconselhar-me ou calar-me?
Boa noite, solidão!
Queira ao menos me ouvir agora,
Já que vieste de fora, para deitar-se comigo!
Seja de certo meu ombro amigo
Ouça minhas palavras, distinta senhora!
Algo maltrata meu peito
Flores denominadas amor!
O que fazer nesta hora, em que tudo se torna distante
E o que mais me parece constante és tu, solidão?
Leva consigo meu peito
E este amor que nem mesmo sei direito
Se posso chama-lo de amor!
E agora, de tristeza, fechei meus olhos
Boa noite, solidão!
Débora Santos
todos os direitos reservados
Já me aguardavas no meu leito
Para acompanhar-me na noite?
Do que devemos falar,
De devaneios, sonhos, ou paixão?
Boa noite, solidão!
Amiga incerta e vã...
Acaricia-me as lágrimas e se deleita em meu divã.
Queres desabafar, rir, chorar,
Aconselhar-me ou calar-me?
Boa noite, solidão!
Queira ao menos me ouvir agora,
Já que vieste de fora, para deitar-se comigo!
Seja de certo meu ombro amigo
Ouça minhas palavras, distinta senhora!
Algo maltrata meu peito
Flores denominadas amor!
O que fazer nesta hora, em que tudo se torna distante
E o que mais me parece constante és tu, solidão?
Leva consigo meu peito
E este amor que nem mesmo sei direito
Se posso chama-lo de amor!
E agora, de tristeza, fechei meus olhos
Boa noite, solidão!
Débora Santos
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
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Olá!!!!!
ResponderExcluirAdorei seus poemas,o blog ta lindo....parábens!
Vou acompanhar sempre...bjos