Vou abrir os olhos,
Olhar a vida diferente
Coloquei tranca no meu seio vazio
Estou cá, novamente, atravessando a madrugada fria de olhos abertos
Na boca o amargo da bebida,
Que desce a garganta feito licor de mel!
O bom poeta canta pra mim, baixinho no radio
Enquanto eu velo minha própria tristeza
Quantas noites eu chorei!
Quantas foram meu Deus?

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